terça-feira, 14 de julho de 2009

O que é certo e bom merece destaque e elogio

Não sou uma ecochata bocó. Mas também não bato palminha para quem não está nem aí com nossas responsabilidades com o futuro do planeta.

Ao invés de ficar estorvando os amigos com abaixo-assinados praticamente inúteis e discursos enfadonhos, prefiro a ação: tento otimizar o comportamento ecológico diretamente no meu dia-a-dia.

Isso significa que procuro não usar o carro (e também não muito o ônibus). Significa que separo o lixo do lixo-que-não-é-lixo, como foi batizado aqui em Curitiba, para reciclagem. Outra coisa bacana que me dá o maior prazer fazer é ir ao mercado e não usar nenhuma sacola plástica, inclusive quando faço compras grandes.

Enfim, em vez de retórica, eu prefiro a ação com o que está ao meu alcance.

Uma das coisas que mais tem me preocupado ultimamente é a excessiva produção e o consumo exorbitante de materiais eletrônicos. O setor é dinâmico e a cada semana somos entupidos de novidades que os mais ansiosos não conseguem ignorar.

Mesmo quem não tem esta ânsia de consumo (meu caso), invariavelmente acaba produzindo muito lixo tecnológico. Depois de, sei lá, uns 16 anos de "consumos tecnológicos", fiz uma limpa na minha casa e descartei nada menos que 4 teclados e 12 (é, 12!) mouses, além de vários HD's, modens e caixas de som (os computadores velhos tinham ido já inteiros para doação). Isso sem falar no monitor queimado que ainda está na minha área de serviço porque não lhe demos o devido encaminhamento e nos 3 celulares velhos guardados (e olhe que NÃO somos muito de trocar de aparelho à toa), no computador praticamente inteiro encostado e nos 2 mouses, 1 teclado e 1 monitor que decidimos manter como "reserva".

Por isso fiquei muito feliz quando li a notícia abaixo. E acho que este modelo deveria ser adotado por todo o Brasil:

Lei para o lixo eletrônico

governador José Serra sancionou a Lei 13.576/09 que institui normas para a reciclagem, gerenciamento e destinação final do lixo tecnológico. Fabricantes, importadores e comerciantes desses produtos, com atuação no Estado de São Paulo, terão que reciclar ou reutilizar, total ou parcialmente, o material descartado. Se o reaproveitamento não for possível, esse lixo terá que ser neutralizado, em benefício do meio ambiente e da saúde pública. A lei é mais do que oportuna, dada a rapidez da evolução tecnológica, a expansão da chamada inclusão digital e o impacto ambiental trazido pelo descarte irregular de todo tipo de produto eletrônico.

A ONU calcula em 50 milhões de toneladas o lixo tecnológico descartado anualmente no mundo. O Brasil tem participação nada desprezível, pois se comercializam no País, em média, mais de 12 milhões de computadores por ano e, de acordo com dados do Comitê de Democratização da Informática, mais de 1 milhão desses aparelhos são descartados anualmente. Em 2008 foram vendidos 11 milhões de televisores e, de cada 100 brasileiros, 82 possuem telefones celulares, conforme a Agência Nacional de Telecomunicações.

São produtos com vida média de três a cinco anos e, depois, viram lixo tecnológico. Os metais neles empregados, em geral tóxicos, precisam em média de meio milênio para se degradar, conforme a Secretaria do Meio Ambiente.

Apesar da gravidade do problema, o Brasil espera desde 1991 pela aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, agora parada no Congresso Nacional. A única norma sobre o recolhimento de material eletrônico no País é a Resolução 257, do Conselho Nacional do Meio Ambiente, de 1999. Por ela, fabricantes ou importadores de pilhas e baterias são responsáveis pelo gerenciamento desses produtos que necessitam de disposição específica por causa dos metais tóxicos que contaminam lençóis freáticos.

O cumprimento da resolução, no entanto, está muito longe do ideal. O Brasil consome 1,2 bilhão de pilhas por ano e, desse total, apenas 1% tem destino controlado e ambientalmente correto.

A lei estadual veio, portanto, suprir essa falha enfrentando, inclusive, os representantes das indústrias do setor. Eles alegam que normas diferentes, partidas de um ou outro Estado, dificultam as ações das empresas instaladas em vários pontos do País. No entanto, é obrigação de toda empresa zelar pela proteção do meio ambiente e ser socialmente responsável, independentemente das leis em vigor. É o que se lê nos sites e folhetos sobre a "missão" das companhias, mas nem sempre é o que se pratica.

Em 2008 a indústria eletroeletrônica faturou R$ 123,1 bilhões - 10% mais do que em 2007, segundo sua entidade de classe, a Abinee. É um setor que cresce com vigor e que, portanto, pode investir em favor do meio ambiente.

Mas a responsabilidade não é só dela. O autor da Lei 13.576/09, o deputado estadual Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), também incluiu no texto exigências para que a população seja informada sobre os riscos do produto que está comprando. Rótulos e embalagens devem conter o detalhamento da presença de metais pesados e substâncias tóxicas na composição do material fabricado e também o endereço e o telefone dos postos de descarte.

Tão importante quanto a entrada em vigor da lei e o seu enforcement são as ações educativas para conscientizar realmente a população sobre o perigo provocado pelo descarte irregular das sucatas eletrônicas. Em vários países europeus, leis estabelecem a necessidade de informações nos produtos sobre os riscos de contaminação. Também os fabricantes são obrigados a recolher os produtos descartados pelo consumidor.

A tendência mundial é de, a partir de informações aos consumidores, ampla fiscalização e uma adequada estrutura de coleta, procurar evitar que essa nova fonte de poluição se torne, em breve, um novo tormento para o planeta.

O exemplo de São Paulo deveria ser seguido com urgência por todo o País.

6 comentários:

Gusta disse...

Off topic

Ajude-nos a divulgar a petição online "Fora Sarney".

Exemplo de post: http://alertabrasil.blogspot.com/2009/07/assinem-e-repassem-aos-amigos.html

Endereço da petição:http://www.petitiononline.com/gosarney/petition.html

Obrigada.

Anônimo disse...

Gripe suína - Jornalista austríaca acusa OMS de genocídio
Jane Bürgermeister, jornalista austríaca, recentemente apresentou acusações criminais junto ao FBI contra a Organização Mundial da Saúde (OMS), Organização das Nações Unidas (ONU), e vários altos funcionários governamentais e empresariais relativos bioterrorismo.

Jane criou um dossie, entregue ao FBI, que mostra as evidencias de que o virus da gripe suína foi criado em laboratório e usado para exterminar parte da populacao e forcar lei marcial.
"Evidencias de que um sindicato internacional de criminosos corporativos, que se anexaram com altos oficiais do governo dentro dos Estados Unidos, estao levando adiante um genocídio em massa contra as pessoas dos Estados Unidos usando um vírus pandemico artificialmente (geneticamente) modificado, e um programa de vacinacao para causar morte em massa, ferimentos e despovoar os EUA de forma a trasferir o controle dos EUA para a OMS, a ONU e suas forcas afiliadas de seguranca (Tropas da UN e OTAN)"


Uma das acusacoes é contra a Baxter, que enviou 12 kilos de vírus da Austria para vários países, como se fosse vacina. Jane cita também vários atos do governo e leis da ONU que dao poder ao governo, FEMA e a ONU para forcar vacinacao em massa, lei marcial e aprisionamento.

Jane foi despedida do seu emprego de correspondente européia para o site de energia renovável.
Fontes:

Dossie (em ingles)
Bidflu666 - Blog de Jane
Infowars - Jornalista é despedida

http://mathaba.net/news/?x=621102
http://www.youtube.com/watch?v=wHxHmHa9qvs
http://www.torontosun.com/news/canada/2009/02/27/8560781.html
http://www.examiner.com/x-6495-US-Intelligence-Examiner~y2009m7d10-CBS-60-Minutes-300-death-claims-from-1976-swine-flu-vaccine-only-one-death-from-flu

FONTE TRADUÇÃO
http://umanovaordemmundial.blogspot.com/2009/07/gripe-suina-jornalista-austriaca.html

Anônimo disse...

Site que centraliza várias informacões sobre o H1N1, mostrando opiniões de vários experts em saúde que denunciam o H1N1 como tendo sido desenvolvido em laboratório.

Pandemia H1N1

Anônimo disse...

A censura que estão tramando para nós internautas e apreciadores deste fantástico meio de comunicação.

A Nova Ordem Mundial Está Censurando a Internet (Internet 2)


http://www.youtube.com/watch?v=iv8tKbbi8f4&NR=1

Anônimo disse...

Diário Popular, 22/05/2003:

Sinopse da imprensa: gravações mostram mudança no discurso de Lula

A ala radical do PT resolveu reagir e divulgar gravações que mostram a mudança no discurso de Luiz Inácio Lula da Silva, segundo informações divulgadas ontem. No material - um livro, um cedê e um vídeo - o presidente critica a reforma da Constituição, defende as propostas do partido dele, critica a Rede Globo e diz que o então presidente José Sarney é um “grande ladrão”. Esse discurso foi feito no dia 6 de setembro de 1987, em Aracaju.

Na época Lula era deputado federal, e criticava a idade mínima proposta para a aposentadoria - 48 anos para mulheres e 53 para homens - dizendo que o Governo queria “criar o limite de idade para que a classe trabalhadora morra antes de se aposentar”.


De acordo com a imprensa do centro do País, o material chegou ao jornal Folha de São Paulo pelas mãos do deputado João Fontes (PT-SE), que estava acompanhado da deputada Luciana Genro (PT-RS).

O discurso mostra que o partido que elegeu Lula mudou de opinião algumas vezes: a Rede Globo é motivo de elogio pela cúpula do PT, o atual presidente do senado José Sarney (PMDB- AP) é aliado, e a proposta de reforma da Previdência feita pelo presidente Lula propõe limites mínimos de idade de 60 anos para homens e 55 para mulheres (no serviço público).

todos temos que copiar em backup as notícias e dar p/todo mundo pessoal flw
Sarney é um grande ladrão

acabou minha paciencia com esta PORRA de país e agora vou jogar tudo na rede
aproveitem que ainda vem muito peixe

Anônimo disse...

O Brasil é um PUTEIRO

Para todos aqueles que se revoltam com esse país.....
Para aqueles que acham o povo brasileiro, o mais estúpido; que vê nossos representantes apropriando-se de nosso dinheiro e ainda acham engraçado; que basta a merda da seleção de futebol jogar que esquecem de tudo, aliás, "o que importa é ver o Brasil na copa".

Enfim, todos aqueles que acham nosso país um verdadeiro puteiro, um lugar marcado pela desordem, retrocesso, corrupção, marginalização......