sábado, 28 de junho de 2008

D. Ruth

Alguns dias já se passaram da morte de D. Ruth Cardoso. Até a bandeira do Brasil, que ficou a meio mastro em sinal de luto, já voltou a ser hasteada como de costume. A missa de sétimo dia foi hoje à tarde.

Levei todo este tempo para escrever sobre o assunto porque, somada a outros problemas e tumultos pessoais, a morte de D. Ruth me entristeceu sobremaneira. Que dias escuros despontam no horizonte deste país!

Quando penso na morte de D. Ruth o que mais me entristece e preocupa é o desalento do presidente FHC, tanto o que vejo quanto o que faço conta. Muitas vezes fiquei a imaginar o que deve ter sido o cotidiano deste casal, que viveu para pensar o Brasil desde a juventude universitária. Ao longo dos anos, como terá sido a conversa durante o café da manhã entre eles? A conversa do almoço, de antes de dormir, durante uma viagem, num passeio no parque no final de semana? Aposto que havia nestas conversas mais de soluções e problemas brasileiros do que de trivialidades de um casal comum.

Hoje, emocionado durante a missa, FHC declarou à imprensa:

"Quero em meu nome, em nome da minha família, agradecer muito a vocês, que souberam entender um momento, muito difícil, aos médicos, por toda a dedicação e a todos que cercaram a Ruth de carinho. Eu não pude ler e escrever sobre ela, mas eu sei que foi muita coisa (referindo-se a cartas, telegramas). Nós sentimos o carinho do povo brasileiro, nossa família é imensamente grata. Infelizmente, não posso dar um abraço e um beijo em cada um daqueles que se dirigiram de uma maneira tão calorosa a Ruth. Eu não direi nada sobre ela, eu não posso. O Brasil entende. Obrigado"

( http://jornalhoje.globo.com/JHoje/0,19125,VJS0-3076-20080701-324782,00.html )

É verdade: estou sendo muito egoísta. Minha maior preocupação é com o estado e a recuperação de FHC. Tomara ele possa se refazer o quanto antes, porque o Brasil não pode prescindir de suas opiniões, sejam partidárias ou não.

Muito também se comentou sobre o abraço de Lula em FHC durante o velório. Estou há dias maldizendo minha incapacidade para colocar em letras o que penso sobre o tal "abraço" e sobre o que estão absurdamente concluindo dele. Ao contrário de muita gente inteligente que conheço, acho que este abraço foi, sim, sincero – e não mero formalismo ritual – apesar de não haver intimidade nem contato entre ambos, além de alguma militância há muitos anos atrás.

Posso estar enganada, mas da parte de Lula o que vi foi remorso e uma admiração tão grande e inconsciente que chega a ser patológica – como qualquer psicólogo de 1,99 conseguiria detectar. Lula simplesmente "orbita" em torno do ex-presidente. No dia em que este – Deus nos guarde disso tão cedo – se for, Lula ficará sem chão, perdido, desorientado.

Da parte de FHC, vi a alma fragilizada pelo contato com os extremos da vida, que sempre nos levam a fazer questionamentos maiores sobre tudo, além da grandeza de espírito, da humildade democrática e do desejo verdadeiro de ver um país melhor, motivo pelo qual ele e D. Ruth trabalharam uma vida inteira. E tudo isso não deixa de ser, sim, muito sincero.

Mas já adianto para os que inoportunamente querem concluir que PT e PSDB devem caminhar juntos, que deste abraço a achar que qualquer aproximação partidária ou composição suprapartidária seja possível ou desejável são outros 500. Acho até que muito pelo contrário. Sobretudo porque às vésperas da morte de D. Ruth a Casa Civil do governo Lula preparou um dossiê mentiroso para macular a honra de pessoas que se doaram ao país, única e exclusivamente para proteger as maracutaias do atual governo. Coisa vil, mesmo! Coisa de gente que não pertence ao mesmo universo de FHC e D. Ruth, que estará para sempre viva na sua obra e na história do nosso país, e por isso deve ter sua memória dignamente respeitada.

Quanto tempo levará para que tenhamos na Presidência da República um casal com o preparo, o porte e a envergadura de D. Ruth e FHC?

Língua Portuguesa

Ih, vou ter que passar correndo o corretor ortográfico em todos os textos abaixo!

(Acho que não vai dar tempo).

Tão tá, fica assim mesmo.

Desculpem aí os que acharem as minhas pisadas de bola com a inculta e bela.

domingo, 22 de junho de 2008

Constatações

Felizes os idiotas e simplistas!

Felizes os hipócritas e cínicos!

O mundo é de vocês.


Pobres daqueles que se esforçam para fugir da idiotia simplista e não se rendem nem ao cinismo nem à hipocrisia, porque estes nunca terão vez.

domingo, 15 de junho de 2008

Desabafo

À página 347 do livro "A Arte da Política" de Fernando Henrique Cardoso, leio o que segue:

"Dia 18 de janeiro (…) o Congresso votou lei elevando de 70 para 100 reais o salário mínimo - um reajuste de 42,8%. O aumento equivalia a romper o equilíbrio de um Orçamento já ampliado nos gastos pelo aumento de vencimentos do funcionalismo concedido pelo governo anterior. Como votar contra uma medida que, na percepção de senso comum, diminuiria as desigualdades e combateria a pobreza? De minha parte, vetei a lei com a convicção de que salário aumentado antes da hora, à custa de déficit, gera inflação que o corrói. Não poderia ser outra a atitude de um governante que se lançara, com o Plano Real, à busca da estabilidade. Como sempre, no entanto - e esta tem sido a permanente dor de cabeça e de consciência de todos os presidentes -, o desgaste é inevitável. Paciência. Quando se tem convicções, agüentam-se as pedradas, embora sangrando. O veto reforçaria o ambiente de estabilidade que possibilitaria o aumento real dos salários, como de fato ocorreu. O aumento real do salário mínimo acabou ficando entre 42% e 44% nos meus oito anos de governo, dependendo dos índices deflatores tomados em consideração, o que significa uma média anual de 4,7%. Como comparação, saliente-se que nos três primeiros anos do governo Lula obteve-se um aumento de apenas 11,18%, com média anual de 3,69%. "


Essa é uma frase para anotar, interiorizar e repetir o quanto seja necessário: Quando se tem convicções, agüentam-se as pedradas.

Quanto ao “desgaste inevitável”, de fato, para FHC foi assim. Ele transformou popularidade em avanços para o país; desgastou-se politicamente quando vetou aumentos, quando fez apertos fiscais e aplicou outros remédios amargos para a manutenção da estabilidade. Disse “não” quando tinha que ser “não”, em nome de um Brasil em 20 ou 30 anos – e este é o estadista. Já quanto ao Lula… este não abre mão de sua popularidade por nada, pois se esconde de todos os escândalos atrás dela, nem que para isso seja necessário fazer o país retroceder, vociferando contra a imprensa quando esta o critica, fazendo-a, de um jeito ou de outro, refém desta popularidade que é seu único trunfo. Não me espanta que Lula tenha e continue tendo a popularidade tão alta: ela está custando o atraso do país, porque não está sendo usada para fazer o Congresso avançar nas reformas, como a da Previdência, por exemplo. Ela não está sendo usada como arma para o bem do país, mas como escudo de defesa e instrumento de manutenção no poder do presidente e de seu partido. Está sendo usada para, não ilegalmente, mas imoralmente, burlar o processo democrático e endossar o presidente e seu partido a “quebrar as fronteiras entre o certo e o errado”, para citar o deputado Gustavo Fruet.

É engraçado que FHC seja o “malvado” que não deu aumento ao funcionalismo, o que fez bem ao país, e Lula seja o “bonzinho” que abriu as burras e distribuiu cargos, aumentando a gastança pública, e ao mesmo tempo não seja “o responsável” pela atual pressão inflacionária (já vi petista dizendo que a culpa é do BC, e não do Lula!). Quando é que a elite, e a imprensa que faz parte dela, vai colocar tudo isso em pratos limpos, publica e notoriamente? Quando é que vai se cobrar o ônus de quem fez as coisas erradas e dar o bônus a quem agiu corretamente? Quando é que os agentes que têm a obrigação de esclarecer as coisas vão ter coragem de ir para o confronto de idéias, sem medo de pechas, sem “isentismo”, ou seja, sem precisar criticar FHC para poder criticar Lula, sem ter que elogiar Lula para poder elogiar FHC, sem essa imaginária “ponderação” que almeja “arrebanhar crédito com os petistas” ou conquistar o título de “imparcial”, quando justamente estão sendo parciais ao igualar desiguais?

Estou dando a impressão de que estou um pouco brava e impaciente? Estou mesmo. É que o Brasil do futuro cobrará o que nossa geração está silenciando.

De novo: Quando se tem convicções, agüentam-se as pedradas.

Onde estão os homens de convicção na sociedade e na imprensa deste país? Estão todos em baixo da mesa com medinho de serem “acusados” de “tucanos, parciais ou elitistas”? Até quando vão continuar fazendo contorcionismo para colocar no mesmo balaio um governo que marcou para sempre a modernização do país e outro que está sendo mais corrupto que o do Collor e mais incompetente que o do Sarney? Até quando vão continuar tratando Lula como inimputável, como se ele presidente não fosse?

Basta de “desenhar” FHC de joelhos e Lula num pedestal, para os desavisados pensarem que os dois são do mesmo tamanho. Basta, basta desta “imparcialidade” de araque!

"O governo Lula quebrou a fronteira entre o certo e o errado"

Em entrevista do Diário Tucano - veículo de divulgação do PSDB nacional -, o deputado Gustavo Fruet analisa a descrença da população com a política, alerta para o aumento no número de acidentes aéreos no País e fala das perspectivas de crescimento do PSDB nas eleições deste ano. Leia a íntegra abaixo.


FRUET: O PSDB NÃO TEM E NUNCA TERÁ VERGONHA DE SEU PASSADO


O senhor é um dos parlamentares mais ativos nos trabalhos de CPIs e do Conselho de Ética. Como senhor avalia a questão da ética na política?

As iniciativas e afirmações do governo Lula banalizaram o problema. Eles quebraram as fronteiras entre o que é certo e o que é errado, o bom e o mal, o justo e o injusto, e tentam passar a falsa impressão de que todos são iguais. Estamos diante de dois personagens na vida política. De um lado, os cínicos - sem compromisso algum com a ética. Para eles, os fins justificam os meios. O auge dessa corrente ocorreu no mensalão. De outro lado, os fanáticos - que despontam com a CPI dos Cartões Corporativos. Tenta-se preservar qualquer personagem do atual governo e responsabilizar a gestão anterior. Esse segmento não tem compromisso com o resultado, apenas com a defesa dos companheiros.


Como a parcialidade dessas investigações repercute na população?

Avaliando as pesquisas de um ano para cá, dois fatos são muito evidentes. Primeiro, quase a metade da população entende que a democracia pode existir sem deputados e senadores. O Congresso está perdendo sua referência como instituição. Os políticos são a categoria com pior avaliação nas pesquisas de opinião. A única exceção que vi foi no meu estado, o Paraná, em que os cartolas de futebol estão na lanterna. Em segundo lugar, em muitas enquetes, pela primeira vez a metade do leitorado admite um terceiro mandato para o presidente Lula. Ou seja, à medida que o Legislativo perde credibilidade, o Executivo cresce. Isso é lastimável.


O senhor foi um dos parlamentares que se destacaram na CPI do Apagão Aéreo. O senhor acredita que acabou a crise na aviação civil?

Não, pelo contrário. Neste ano, temos os maiores indicadores de acidentes aéreos da história da aviação brasileira, com uma média de 9,5 por mês. A presidente da Anac, Solange Vieira, prestou depoimento na Comissão de Turismo da Câmara e um fato passou despercebido diante das recentes denúncias. Ela afirmou que em 35% destes acidentes os pilotos não estavam com a habilitação regular. Existe uma clara falha de fiscalização. Temos de investigar se a Anac vem cumprindo seu papel, qual a relação da agência com a Infraero, e se será possível administrar os seguidos cortes orçamentários. Os problemas continuam. O que diminuiu foi a visibilidade, pois, felizmente, não há acidentes com vítimas fatais. Mesmo com os investimentos prometidos pelo PAC, a infra-estrutura está deficiente e não há clareza e confiança.


Mas, em virtude das deficiências dessa gestão, qual o maior problema? A falta de um rumo ético ou a ausência de uma gestão adequada?

Os dois, e aqui cabe um desafio para o PSDB: denunciar a corrupção mas, ao mesmo tempo, demonstrar que muito do que está sendo colhido agora é fruto de ações de governo anteriores, em especial da gestão Fernando Henrique Cardoso. A administração petista não tem humildade para reconhecer a importância do cenário internacional favorável e de políticas firmes e consistentes adotadas no passado. Não podemos e não teremos vergonha da nossa história.


Quais são as perspectivas para o PSDB nas próximas eleições municipais?

Sem dúvida, o PSDB vai crescer no Paraná. Temos hoje a prefeitura na capital, com Beto Richa, que alcança um índice de aprovação superior a 60% e possibilidades reais dele ser reeleito ainda em primeiro turno. Isso consolida uma nova liderança no estado, em virtude do peso da região metropolitana, e no Brasil. Nosso desafio é disputar o maior número de prefeituras. Já foram realizados seis encontros regionais envolvendo praticamente quase todos os diretórios municipais. Essa é uma tarefa árdua, pois estamos falando de 399 municípios. Estamos confiantes também com a pré-candidatura do deputado Luiz Carlos Hauly em Londrina, além de Ponta Grossa e Maringá, para mencionar apenas as cidades com maior peso eleitoral. A expectativa é que possamos aumentar as prefeituras e o número de vereadores e vice-prefeitos. A idéia também é consolidar a importância de lideranças estaduais, como o senador Alvaro Dias.


O senhor fala com muito orgulho e carinho do seu pai, o ex-deputado e ex-prefeito Maurício Fruet. Qual o seu maior legado político?

São dois. O primeiro é que política deve ser feita com firmeza, mas com muito entusiasmo e alegria. E o segundo é que para se ganhar credibilidade, leva-se uma vida, mas para perdê-la, basta um ato.

http://www.gustavofruet.com.br/portal/exibir.jsp?idNoticia=9336&idArea=1


Leia também:

CSS é desnecessária, diz Gustavo Fruet
http://www.gustavofruet.com.br/portal/exibir.jsp?idNoticia=9336&idArea=1

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Música para meus ouvidos

Anote aí: a palavra-chave é INTERATIVIDADE.

Orkut e YouTube aumentam diálogo com eleitor

Quarta-feira, 11 de junho de 2008 - 16h12

SÃO PAULO - Especialista diz que candidatos à eleição de outubro precisarão investir em diálogo para atingir internauta.
Esqueça o discurso, exercite o diálogo. Difícil para políticos? Pois este é exatamente o comportamento esperado de candidatos que querem atingir o eleitor das comunidades da Internet, como Orkut e You Tube, cujo uso vêm crescendo no país em campanhas eleitorais.
A recomendação é de Marcelo Coutinho, professor da ESPM e diretor de análise e mercado do Ibope.
"O site do candidato é só discurso, não tem interatividade. Se você quer usar as comunidades de Internet, é preciso dialogar", disse ele à Reuters, tendo em mente o convencimento de candidatos sobre o eleitorado.
Coutinho, que realizou pesquisa em conjunto com dois outros professores da ESPM sobre uso da Internet nas eleições presidenciais de 2006, vai ainda mais longe ao aconselhar os candidatos que pretendem utilizar estas redes: "Esqueçam também a noção de controle".
Ou seja, para o pesquisador, o político precisa se desprender daquela neurose de que uma parte dos que querem entrar em contato com ele em um site ou uma comunidade de Internet são adversários e concorrentes que só querem prejudicá-lo.
Nessas comunidades, os candidatos podem entrar em contato com os eleitores jovens, os mais resistentes a temas políticos. Ao mesmo tempo, o levantamento dos pesquisadores indica que há interesse pelo assunto, já que existem aproximadamente 180 comunidades no Orkut sobre os atuais principais candidatos a prefeito da cidade de São Paulo, num universo de quase mil comunidades sobre eleições.
O número total é superior ao de julho de 2006, quando foram encontradas 46 comunidades sobre os principais candidatos a presidente. Nas duas eleições, o que chama mais a atenção são as comunidades pró e contra candidatos. Há dois anos, a maior comunidade pró-Geraldo Alckmin (PSDB) reunia 221 mil integrantes e a maior pró-Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 106 mil.
O crescimento contrasta com o interesse menor despertado pelas eleições municipais do que pelas presidenciais. Indica, por outro lado, o avanço do uso deste meio.
Pelo Orkut, rede social do Google, é possível participar de fóruns de discussão sobre os temas mais diversos e fazer ou encontrar amigos. Dos 60 milhões de usuários do Orkut em todo o mundo, 27 milhões ficam no Brasil.
É preciso, no entanto, dar um desconto no dado fornecido pelo Google uma vez que ele não identifica um mesmo usuário que se cadastre com nomes diferentes.
"As eleições locais mobilizam menos os eleitores do que as eleições nacionais, mas dado o crescimento acelerado da Web nos últimos anos e a popularidade crescente das redes sociais, pode ser que ao menos na Internet esta regra não se confirme", acredita Coutinho, que junto com os colegas vai atualizar a pesquisa com os dados da eleição municipal, que ficará pronta em 2009.


INTERNET BATE REVISTAS

A Internet como um todo está acima das revistas como meio utilizado pelos eleitores para conhecer os candidatos. Nas eleições de dois anos atrás, segundo o Ibope, a Internet foi o meio de informação indicado por 6 por cento dos eleitores, ou 7,8 milhões do total de 126 milhões de eleitores daquela eleição.
As revistas ficaram com 4 por cento e os meios tradicionais permaneceram bem à frente: TV (76 por cento), jornais (29 por cento) e rádio (28 por cento).
Coutinho afirma que o patamar atual do Brasil é similar ao dos Estados Unidos no início da década, quando a Internet superou primeiro as revistas, depois o rádio e, na atual disputa presidencial, se transformou na segunda fonte de informação para os eleitores depois da TV.
O candidato democrata Barack Obama optou por reduzir sua estrutura administrativa para fazer campanha pela Internet. Ele tem usado as redes sociais para gerar envolvimento e contribuição financeira para sua campanha.
O professor afirma ainda que, apesar de o uso da Internet para temas políticos ser menor do que nos EUA e na Europa e ter impacto limitado na decisão de voto, os brasileiros, das faixas A e B, estão entre os que passam mais tempo na Web em casa, ultrapassando norte-americanos e europeus.

Reuters
http://info.abril.uol.com.br/aberto/infonews/062008/11062008-9.shl

terça-feira, 10 de junho de 2008

LULA É O MANDANTE DO CRIME NO CASO VARIG

Do blog do DEM, também publicado no blog do Reinaldo Azevedo (aqui: http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2008/06/caso-varig-lula-o-mandante.html ):

LULA É O MANDANTE DO CRIME NO CASO VARIG

1. É uma conclusão óbvia. Com quem Roberto Teixeira tinha intimidade? Mal conhecia a Dilma. Roberto Teixeira é amigo íntimo de Lula, com quem mantém há anos relações de aval, apoio e negócios.

2. A quem Roberto Teixeira procuraria para a negociata? A Lula, claro! O que fez Lula? Elementar: deu as ordens para Dilma, que cumpridora, armou a trama delituosa. Portanto, Lula é o mandante do crime e Dilma a executora.

3. Desta forma, será inevitável Lula ser processado e chamado a depor. No mensalão seu álibi foi o Zé Dirceu. Mas agora não há álibi pois a relação política inexiste. O que há é relação pessoal. O impedimento de Lula terá que vir a baila. Não há fator político gerido e coordenado pela Casa Civil. Mas ordem do presidente para ajudar seu amigo Roberto Teixeira na negociata.

4. A oposição terá que incluir Lula no processo como mandante. O MP não poderá se furtar desta inclusão. Um caso cristalino.

sábado, 7 de junho de 2008

Caso Dilma - Variglog - Roberto Teixeira

Comentando rapidinho:

No governo Lula é assim, a cada F5 é um escândalo novo.


Citando Reinaldo Azevedo:

"Governos ladrões ou provocam a repulsa popular ou vão deixando o próprio povo mais sem-vergonha."